quinta-feira, 9 de maio de 2013

Aproxima o dia das mães

Não devemos e nem podemos equiparar a Mãe como uma simples lãmpada,pois apenas passa a ter valor quando apagaga-se,mas  com todo respeito comparemos a água quem esquece de beber,tomar banho,cozinhar,lavar o rosto...é um bem essencial de nossas vidas,assim como nossa mãe que aguardou carinhosamente por todas as vidas que a ela representa para cada um de nós.FELIZ DIAS DAS MÃE!!!


Anel Viário.

“Um sonho que começa a se materializar”, esta foi uma das falas do prefeito Isaac Carvalho no lançamento da tão esperada obra do Anel Viário, oficialmente chamada de Travessia Urbana de Juazeiro, ocorrida na manhã desta quinta-feira, 09. O representante do DNIT e os responsáveis pela obra também estiveram na primeira frente de serviço, localizada na entrada do bairro João Paulo, na BR-407. De acordo com o supervisor do DNIT, Gilson Menezes, serão cerca de 9km de duplicação de pista, saindo da Ponte Presidente Dutra até as imediações do Posto Fiscal, uma via expressa com cinco viadutos. Além das obras na BR-407, uma outra rodovia federal que corta a cidade, a BR-235, também passará por melhorias, com duplicação e novo pavimento. Ele também ressaltou o empenho do prefeito Isaac para a concretização da obra. “Isaac é o pai desta obra. Ele quem foi em busca dos recursos”, definiu o engenheiro. Saiba mais, www.juazeiro.ba.gov.br - Google+/Prefeitura de Juazeiro Bahia - twitter.com/@Pmj_BA

terça-feira, 9 de abril de 2013

LOGOMARCA DOS AGENTES DE SEGURANÇA ESCOLAR


Nota de agradecimento
A comissão dos Agentes de Portaria do Município de Juazeiro – BA em nome dos demais servidores vem a público agradecer em especial ao bondoso Deus que fortalece e anima na jornada, razão de todas as conquistas; aos vereadores pelo reconhecimento e aprovação do PL n° 2939/2013 que altera a nomenclatura dos Agentes de Portaria, lotados na Secretaria de Educação, para Agente de Segurança Escolar, em particular ao nobre edil Damião Medrado pelo empenho em valorizar essa categoria que está recebendo um bom zelo de nosso prefeito Isaac Carvalho, pois não recebera tanta atenção quanto agora nesta gestão a exemplo da receptividade do Dr. Carlos Luciano, Procurador geral do Munícipio; Secretário Fernando Dantas, Relações institucionais; Secretário Cleriston Andrade, Educação e por fim aos nossos colegas de profissão por acreditar no desempenho dessa comissão.
Membros da comissão: Antônio Sobrinho; Claudio Escobar; Barreto; Gildenor Gerônimo;Javam Reis; José Francisco; Ronaldo.

Nossa Logomarca

• A palavra vigilância é a evidência de nossa atribuição nas unidades escolares do Munícipio;
• O sol representa o brilho da educação com a sensação de segurança para a comunidade escolar;
• O livro com o mapa mundi representa a base fundamental do ensino universalizado dentro do prisma dos valores da paz e do diálogo harmonioso.

Juazeiro,11 de abril de 2013

terça-feira, 12 de março de 2013

17ª caminhada da mulher em Juazeiro Bahia.

o dia 8 de março em nossa querida Juazeiro não passou despercebido,pois as mulheres inseridas no Conselho Municipal de Direito e Defesa da Mulher-CMDDM organizou a 17ª caminhada da mulher visando chamar atenção da sociedade sobre a importância do dia e começa o brilho com uma sessão especial na câmaraonde escolhe certas mulheres de luta para uma comenda parlamentar apresentada por parlarmentares da bancada feminina.Dessa feita abrilhantou os festejo da concelebrada data,sob a luz da campanha nacional "abrace uma mulher",fez-se um desafio municipal o propósito de luta pela mudança.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Morre Hugo Chávez, o líder que mudou a história da Venezuela


Presidente venezuelano lutava contra um câncer na região pélvica desde meados de 2011

LUIS ACOSTA / AFP Hugo Chávez subiu ao poder em 1998 para liderar o movimento bolivariano pela América latina
O presidente venezuelano Hugo Chávez, de 58 anos, que lutava contra uma severa infecção respiratória após ter passado por uma delicada quarta cirurgia contra um câncer, não resistiu e morreu nesta terça-feira (5) em Caracas às 16h25 (18h55 em Brasília). A informação foi oficializada pelo vice-presidente, Nicolás Maduro, em pronunciamento na TV.
A morte do polêmico e midiático líder lança uma nuvem de incertezas na política do país, já que Chávez não chegou a ser empossado para seu quarto mandato presidencial, que começou em janeiro deste ano. O país deverá convocar novas eleições em um mês.
Polêmicas marcaram a carreira política de Hugo Chávez
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Com morte da Chávez, Venezuela deverá ter novas eleições em 30 dias
Chávez esteve à frente do governo venezuelano por quase 14 anos, período em que reduziu as desigualdades sociais no país, com uma forte política assistencialista, baseada nas maiores reservas de petróleo do mundo.
Por outro lado, deixa um país com violência e inflação em alta, além de uma sociedade radicalmente dividida entre militantes apaixonados e opositores enfurecidos.
Hugo Rafael Chávez Frías nasceu em 28 de julho de 1954, no Estado interiorano de Barinas. O jovem ativista entrou para a carreira militar em 1971 e, em 1975, formou-se na Academia Militar da Venezuela como subtenente, especialista em comunicações, além de ter estudado ciências políticas na Universidade Simón Bolívar.
Vice da Venezuela afirma que câncer de Chávez foi um ataque dos inimigos
Chávez passa por seu pior momento desde que foi operado, diz Maduro
Em 1982, ele criou o Exército Bolivariano 200, que, em 1989, passou a se chamar MBR-200. Em 1990, chegou à patente de tenente-coronel.
O MBR-200 esteve à frente da tentativa de golpe de Estado realizada em 4 de fevereiro de 1992, na chamada Operação Zamora. O golpe não foi bem-sucedido e Chávez foi preso.
Mais de uma vez Chávez declarou em público que o período na cadeia foi fundamental para a formação do chamado movimento bolivariano.
Em 1994, o presidente da Venezuela à época, Rafael Caldera, concedeu perdão a Chávez, mas proibiu este e outros participantes do MBR-200 de voltarem ao Exército. Era uma tentativa de impedir que o grupo organizasse outro golpe.
Presidência
Chávez se engajou na vida política e saiu pela América Latina para angariar apoio político. Em 1997 fundou o partido Movimento 5ª República, a fim de disputar a eleição presidencial em 1998.
Ele assumiu o poder em 2 de fevereiro de 1999 para seu primeiro mandato, encerrando o chamado Pacto de Punto Fijo, em que dois partidos venezuelanos dominaram a cena local por cerca de 40 anos.
Logo ao assumir, Chávez levou ao Congresso a proposta de um referendo para uma reforma constitucional. Entre as principais alterações estavam o aumento do mandato de presidente de cinco para seis anos; a limitação a dois mandatos; e a mudança do sistema legislativo, de duas casas (Senado e Câmara dos Deputados) para uma única (a Assembleia Nacional). A nova carta magna destaca ainda mais poderes ao Estado, além de direitos a povos indígenas.
A elite do país — com destaque para empresários e acadêmicos — sentiu que o novo governo, a partir da nova Constituição, tirava dela o poder que exercia. Chávez foi acusado de tentar concentrar o poder. Apesar disso, Chávez é eleito novamente em 2000 para seu primeiro mandato, segundo o novo texto constitucional, com mandato de seis anos e apenas uma reeleição.
Reeleição
Nesse governo, as forças de oposição ganharam expressão, com o empresário Pedro Carmona à frente.
O governo começa a enfrentar uma série de greves, em especial do setor petrolífero, nas mãos de empresas privadas.
Em 2002, o governo de Chávez sofre um golpe: entre 11 e 13 de abril, o líder foi tirado do poder e levado para uma ilha militar.
Enquanto Carmona assume a Presidência, uma revolta de militares conduz Chávez novamente ao poder no dia 14, restabelecendo a ordem democrática no país.
O golpe de 2002 foi um marco na história política da Venezuela, com enfrentamentos e mortes nas ruas, acirrando de vez os conflitos entre chavistas e opositores.
Chávez então passa a enfrentar greves pelo país, em um processo que culminou com um referendo em agosto de 2004 para definir a permanência, ou não, do presidente.
A vitória no referendo confere ainda mais poder ao presidente, que fica ainda mais popular e, em 2006, fatura a reeleição para mais um mandato de seis anos.
Chávez toma posse em janeiro de 2007, contando com uma Assembleia sem oposição, já que, um ano antes, os opositores haviam abandonado as eleições legislativas acusando o processo de fraudulento — o que não ficou provado.
Com um congresso sem resistência, Chávez consegue aprovar grande parte de seus projetos, além de controversas leis, como a Habilitante, que outorgava ao presidente o poder de governar por decreto.
Sua tentativa de mudar a Constituição da Venezuela no final de 2007 e permitir a reeleição indefinida não é aprovada em referendo popular. Mas o assunto voltou à pauta em 2008, sendo aprovado em novo referendo.
Política externa
Nos últimos anos, Chávez expulsou da Venezuela o embaixador de Israel, rompeu relações com os Estados Unidos, se alinhou ao presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e se aproximou da Coreia de Norte e da China. O presidente americano George W. Bush (2001-2008) incluiu o venezuelano no chamado "Eixo do Mal" — nome dado ao grupo de países que traziam risco à política externa norte-americana.
Na América Latina, Chávez se tornou uma voz forte. Rafael Correa, no Equador, Evo Morales, na Bolívia, Cristina Kirchner, na Argentina, Daniel Ortega, na Nicarágua, além do ex-presidente paraguaio Fernando Lugo e dos irmãos Castro em Cuba, se alinharam a suas posições ideológicas.
Durante o seu governo, a Venezuela passou por uma crise diplomática com a Colômbia por causa das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e os dois países quase entraram em guerra. Os militantes colombianos estariam se abrigando na Venezuela sob a tutela do governo, ato condenado pelos colombianos.
Hugo Chávez e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tiveram boas relações durante seus mandatos. Alguns meses depois de Dilma Rousseff tomar posse, Chávez veio ao Brasil e disse que queria ter com a presidente a mesma amizade que teve com Lula.
Doença
Depois de uma viagem ao Brasil em junho de 2011, Chávez foi ao Equador e a Cuba para uma visita oficial. No entanto, no dia 11 de junho daquele ano, o então ministro das Relações Exteriores e hoje vice-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que o líder venezuelano havia sido operado na véspera com urgência por causa de um abscesso pélvico, um acúmulo de secreção na parte inferior do abdômen.
Maduro leu um comunicado que foi transmitido pela emissora estatal VTV, no qual explicou que o presidente estava se recuperando.
A intervenção cirúrgica foi realizada em Havana e obteve "resultados satisfatórios para a saúde do comandante", que já se encontrava em processo de recuperação "em companhia de seus familiares, equipe médica e parte da equipe de governo".
O governo venezuelano confirmou que a doença era um cãncer, mas nunca detalhou a exata localização e gravidade do tumor.
Com isso, vários boatos surgiram desde que o líder começou o tratamento contra a doença.
Desde então, Chávez viajou diversas vezes a Cuba para realizar o tratamento. Em dezembro de 2011, o líder declarou que estava livre do câncer.
No entanto, em fevereiro de 2012, Chávez retorna a Cuba para duas novas cirurgias para retirada de lesões na mesma região do tumor.
No meio do ano passado e em meio ao processo eleitoral, o presidente venezuelano mais uma vez anuncia estar livre do câncer.
Mostrando o vigor habitual, Chávez sobe ao palanques para enfrentar o mais duro opositor até então, Henrique Capriles Radonski, governador do Estado de Miranda, o mais populoso do país.
Chávez vence as eleições em 7 de outubro para seu terceiro mandato de seis.
Mas, em 10 de dezembro, Chávez anuncia que terá de retornar a Cuba para uma quarta cirurgia na região pélvica. A gravidade é tamanha que o presidente indica o vice Nicolás Maduro como o sucessor de seu movimento bolivariano.
Após a complicada cirurgia, Chávez passou mais de dois meses se recuperando em Havana, e, em 18 de fevereiro, foi transferido para a Venezuela. O presidente não resistiu a uma nova e severa infecção e morreu em um hospital em Caracas.
fonte R7

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Gestão do Trabalho em Saúde



Pode-se afirmar que as décadas de 1980 e de 1990 foram décadas paradigmáticas para a saúde pública do Brasil. A criação do Sistema Único de Saúde (SUS) na década de 1980 representou para os gestores, trabalhadores e usuários do sistema uma nova forma de pensar, estruturar, se desenvolver e produzir serviços e assistência em saúde, uma vez que os princípios da universalidade de acesso, da integralidade da atenção à saúde, da eqüidade, da participação da comunidade, da autonomia das pessoas e da descentralização tornaram a ser paradigmas do SUS. O sistema de saúde passou a ser, de fato, um sistema nacional com foco municipal, o que se denomina ‘municipalização’ (Machado, 2005). A gestão do trabalho e da educação, nessa perspectiva, ganhou relevância nacional e tornou-se elemento crucial para a implementação e consolidação do SUS.
Para melhor compreender a problemática é preciso conhecer a cronologia das políticas de Recursos Humanos, com destaque para três momentos distintos, assim descritos.
O primeiro (1967-1974), caracterizado por incentivo à formação profissional especialmente de nível superior; estratégia de expansão dos empregos privados a partir do financiamento público; incremento da contratação de médicos e atendentes de enfermagem, reforçando a bipolaridade ‘médico/atendentes’; e incentivo à hospitalização/especialização. O segundo momento (1975-1986) se caracteriza, na primeira fase (1975-1984), pelo surgimento de dispositivos institucionais para reverter o quadro existente. Já na segunda fase (1984-1986), pela sua implementação com resultados, ou seja, aumento da participação do setor público na oferta de serviços ambulatoriais e hospitalares; aumento da formação do pessoal técnico e sua incorporação nas equipes de saude; e aumento do pessoal que atua na rede ambulatorial. O terceiro momento (de 1987 em diante) é caracterizado pelas mudanças estruturais rumo à Reforma Sanitária, marcadas especialmente pelo processo de descentralização da assistência e, conseqüentemente, dos recursos humanos que integram os serviços. Inicia-se aí o processo que culminaria na reversão do quadro de pessoal, ora concentrado na esfera federal ora na municipal. Toda a política de Recursos Humanos passa a girar em torno da proposta da Reforma Sanitária – não só os aspectos gerenciais, mas também os financeiros, na perspectiva de atender às demandas que impunham tal reforma. O SUS torna-se uma realidade após longo debate constitucional (Machado, 2005, p.276-277).
No entanto, com o passar do tempo e com o avanço do processo de consolidação do SUS, a realidade que se apresenta para a área de Recursos Humanos remete a mais dois momentos distintos que são caracterizados por momentos de grande guinada da proposta da Reforma Sanitária, ou seja, o primeiro considerado de anti-reforma e o segundo, de reafirmação da reforma. O momento anti-reforma refere-se a toda a década de 1990, caracterizada pela adoção dos preceitos neoliberais em detrimento aos da reforma sanitária. Isso transformou a questão de Recursos Humanos, ao longo da década, em um enorme problema para a reforma sanitária, invertendo toda a lógica preconizada, ou seja, de serem os trabalhadores (recursos humanos) peças-chave para a consolidação do SUS. Fato de grande relevância nesse período foi a elaboração da Norma Operacional Básica-RH (NOB-RH) (Brasil, 2005), que define princípios e diretrizes para uma NOB que teve como objetivo principal a discussão da centralidade do trabalho, do trabalhador, da valorização profissional e da regulação das relações de trabalho em saúde. No entanto, poucos resultados foram alcançados com a NOB-RH, uma vez que a política que imperou neste período foi a antipolítica de Recursos Humanos, priorizando a privatização por meio da terceirização de serviços, a flexibilização das relações e o laissez-faire na abertura de novos cursos na área da saúde.
O segundo momento de reafirmação da reforma inicia-se com o novo governo, em 2003, caracterizado pelo retorno aos princípios de que saúde é um bem público e os trabalhadores que atuam são um bem público. A mudança positiva nas políticas de Recursos Humanos vem acompanhada da criação, no governo Lula, da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, no âmbito do Ministério da Saúde, e mais, com a criação de dois departamentos distintos, um que trataria das questões de gestão da educação e outro da gestão do trabalho, além da imediata reinstalação da Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS, quando a gestão do trabalho passa a ser vista como política de Estado considerando as relações de trabalho e suas implicações como centrais para a dinâmica do SUS. O que significa dizer que questões oriundas do momento anti-reforma, tais como a precarizaçao do trabalho, a ausência de carreiras, os baixos salários pagos aos trabalhadores, a falta de negociação entre gestores e trabalhadores, a total ausência de políticas regulatórias, bem como a própria gestão do trabalho, enquanto estruturas organizacionais, passaram a constituir a agenda central do governo federal. E mais, gestão do trabalho passou ser concebida com base em uma visão política na qual a participação do trabalhador é fundamental para a efetividade e eficiência do Sistema Único de Saúde. Dessa forma, o trabalhador é percebido como sujeito e agente transformador de seu ambiente e não apenas um ‘recurso humano’ realizador de tarefas previamente estabelecidas pela administração local. Nessa abordagem, o trabalho é visto como um processo de trocas, de criatividade, co-participação, e co-responsabilização, de enriquecimento e comprometimento mútuos.
É importante destacar que a área de Recursos Humanos, no setor saúde, como campo de estudos e pesquisas data das últimas décadas do século XX, com ênfase após a década de 1970. Os primórdios desses estudos, mais teóricos, apontavam para a reflexão no campo da organização social das práticas em saúde. Já na década de 1980, a vertente foi a realização de estudos desvendando as tendências macro do mercado de trabalho, como por exemplo, o assalariamento, o prolongamento da jornada de trabalho, o multiemprego, a feminilização da força de trabalho. Na década de 1990, surgiram os estudos de cunho sociológicos sobre mercado de trabalho, mundo do trabalho, e a própria conformação das profissões de saúde. Surgem também estudos voltados aos temas da formação e educação desvendando o processo de formação e capacitação dos profissionais de saúde de níveis superior e técnico. Enfim, a área de recursos humanos passa a contar com diversos estudos e análise fundamentais para a grande mudança de mentalidade, transformando o acanhado e reduzido mundo dos recursos humanos em gestão do trabalho e da educação. Pensar e formular na área da gestão passa a significar pensar e formular para um complexo e vasto mundo do trabalho, no qual os que produzem estes serviços e os que os gerenciam estão em permanente processo de interação e negociação.
Está contido na área da gestão do trabalho um conjunto de ações que visam a valorizar o trabalhador e o seu trabalho, tais como: a implementação das Diretrizes Nacionais para a instituição ou reformulação de Planos de Carreiras, Cargos e Salários no âmbito do SUS e o apoio às instâncias do SUS neste sentido; a desprecarização dos vínculos de trabalho na área da saúde; o apoio à implantação de Mesas de Negociação Permanente do SUS; a criação da Câmara de Regulação do Trabalho em Saúde – para debater, em especial, as questões relacionadas à regulamentação de novas profissões na área da saúde, e a proposta de organização da gestão do trabalho e da educação na saúde nas três esferas de governo, por meio do Programa de Qualificação e Estruturação da Gestão do Trabalho e da Educação no SUS - ProgeSUS (Brasil, 2006), dentre outras.
A gestão do trabalho é, pois, uma questão que tem merecido, na atualidade, a devida atenção por parte de todas as instituições que buscam a correta adequação entre as necessidades da população usuária e seus objetivos institucionais. Pensar em gestão do trabalho como eixo da estrutura organizacional dos serviços de saúde significa pensar estrategicamente, uma vez que a produtividade e a qualidade dos serviços oferecidos à sociedade serão, em boa parte, reflexos da forma e das condições com que são tratados os que atuam profissionalmente na organização (Ariaset al., 2006, p.119), o que nos coloca da importância de se estruturar uma efetiva política para a área nas três esferas de governo, envolvendo os setores público e privado que compõem o sistema de saúde e contribuindo, desta forma, para a promoção da melhoria e humanização do atendimento ao usuário do SUS.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A importãncia do amor


Nós não somos ninguém sem o amor, pois ele rege a nossa vida e é está a nossa volta é só prestarmos mais atenção e pararmos para pensar que logo veremos que amamos e adoramos a um Deus poderoso e supremo,amamos nossos pais ,nossos irmãos,toda nossa família,amamos nossos amigos, nossos amores,nossos filhos, nossos conhecidos, amamos nossos ídolos, amamos a vida, as festas que nos fazem tanto bem, sendo que cada sentimento é um diferente do outro e saiba que isso não é errado pois podemos e até devemos amar tudo, desde cada botão de rosa até a pessoa mais distante da gente porque o nosso coração é pequeno mais tem lugar pra todo mundo,com jeitinho cada um, cada coisa, cada recordação, cada momento tem um lugar reservado em nosso peito.Além do que o nosso coração é livre para amar quem ele quiser,ele não escolhe cor ,raça,se é pobre ou se é rico,as desigualdades sociais não importam porque para o nosso coração isso não faz diferença ele apenas sem nem perguntar ao nosso ego e a nossa razão ama e ama tão intensamente de forma que nos controla e que dificilmente nos deixa esquecer esse sentimento fazendo com que todo nosso corpo seja movido pelo amor por isso não há como negar que ele existe pois ele está dentro de cada um de nós basta que nós deixemos a porta do nosso coração aberta para novas emoções e assim deixar fluir esse sentimento tão bonito.E eu tenho toda certeza do mundo que até o coração mais duro e a pessoa mais fechada para a vida esconde dentro de si um grande amor , afinal de contas quem nunca amou e quem nunca foi amado.