sábado, 7 de junho de 2014
A Copa do Mundo e sua breve histórico
A Copa do Mundo FIFA, também conhecida como Campeonato do Mundo de Futebol ou ainda Campeonato Mundial FIFA, é uma competição internacional de futebol que ocorre a cada quatro anos. Essa competição, criada em 1928 na França, sob a liderança do presidente Jules Rimet, está aberta a todas as federações reconhecidas pela FIFA (Federação Internacional de Futebol Associado, em francês: federação internacional de Football Association). A primeira edição ocorreu em 1930 no Uruguai, cuja seleção que abrigou o evento saiu vencedora. E o nome da taça faz referência a Jules Rimet.
Com exceção da Copa do Mundo de 1930, o torneio sempre foi realizado em duas fases. Organizada pelas confederações continentais, as eliminatórias da Copa permitem que as melhores seleções de cada continente participem da competição, que ocorre em um ou mais países-sede. O formato atual do Mundial é com trinta e duas equipes nacionais por um período de cerca de um mês.
Oito países são os vencedores do certame. Brasil, a única seleção a ter jogado todas as competições, mantém o recorde de vitórias com cinco edições de sucesso. É também o único proprietário permanente da Taça Jules Rimet, (posta em jogo em 1930) e ganha em definitivo pelo pais que vencesse pela terceira vez o campeonato, o que se deu na competição em 1970, com Pelé, o único jogador tricampeão mundial da história. A seleção brasileira é seguida pela Itália, com quatro troféus, um a mais que a Alemanha. A equipe que venceu a primeira edição, o Uruguai, conquistou duas vezes, como a Argentina, outro país sul-americano. Finalmente,França, Inglaterra e a atual campeã Espanha, ganharam uma Copa do Mundo cada. O Brasil e a Espanha são os únicos países que ganharam fora de seus continentes (Brasil em 1958 e 2002 e a Espanha em 2010).
As seleções com mais jogos em Copas do Mundo são: Alemanha com 99 partidas; Brasil com 97 partidas; Itália com 80 partidas; Argentina com 70 partidas; Inglaterra com 59 partidas.
O país anfitrião do Mundial é designado pela FIFA. A última edição da Copa foi realizada na África do Sul, em 2010. O Brasil foi eleito para sediar esta edição em 2014.
A Copa do Mundo é o segundo evento esportivo mais assistido no mundo, atrás apenas dos Jogos Olímpicos. Economicamente, a competição tem efeitos positivos sobre o crescimento de certos setores e para o desenvolvimento do país-sede. Instalações desportivas, incluindo os estádios, são construídos ou reformados para a ocasião. Estradas,aeroportos, hotéis e infraestrutura de um modo geral, também são melhorados para receber a competição. Entretanto, um país menos desenvolvido, de "Terceiro Mundo", pode sofrer mais que o esperado para organizar um Mundial.
A Copa do Mundo tem aspectos políticos. Enquanto pode transmitir os valores da paz e universalismo, a competição pode, ser também, a ocasião de brigas generalizadas e violência em torno das partidas, ou até mesmo desencadear uma guerra entre países. Há várias adversidades para se organizar um Mundial.
O evento global também está presente na cultura popular, em vários filmes e documentários, e é uma oportunidade para criar canções ou hinos. Jogos eletrônicos e álbuns de figurinhas dos futebolistas, por exemplo, são colocados à venda antes da Copa do Mundo e geram uma excelente oportunidade econômica.
O mascote "Fuleco" ou tatu-bola é o mascote da Copa do Mundo FIFA de 2014, a ser realizada no Brasil.1 Ele é da família das
bolas, conhecida como tatu-bola-da-caatinga, que encontra-se em estado de espécie ameaçada de extinção.2 3
Mascote Copa.png
A origem etimológica do nome "Fuleco" é a união das palavras "futebol" e "ecologia".
Foi escolhido em cima das opções Amijubi (amizade e júbilo) e Zuzeco (azul e ecologia), em uma votação de quase 1,7 milhão de fãs do esporte.4 A sua data de nascimento foi escolhida para coincidir com o Ano-Novo.5
O diretor de marketing da Federação Internacional de Futebol (FIFA), Thierry Weil, comentou sobre Fuleco: "Não apenas ele é conhecido e reconhecido pela grande maioria dos brasileiros, mas também parece ter construído um relacionamento com os fãs de futebol e tornou-se uma figura popular, ganhando assim um apelido carinhoso de 'tatu-bola'. Ele está rapidamente se tornando o mais bem sucedido mascote da Copa do Mundo FIFA de todos os tempos".
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola*
Dorotéia Baduy Pires**
O que seria de uma orquestra, se cada músico tocasse o que quisesse? Se não houvesse disciplina? Ela é necessária. E deve ser analisada como um meio e não um fim.
Vasconcellos 1994.
Vasconcellos 1994.
Motivado pela questão da ausência da disciplina em sala de aula, o pedagogo Celso dos Santos Vasconcellos publicou recentemente sua pesquisa: Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola. Este assunto tem sido objeto de grande preocupação da chefia departamental do Curso de Desenho Industrial da PUC-PR, que pretendeu traçar um plano de ação, no ano de 1996, para enfrentar a questão da indisciplina.
Na universidade, muitos dos professores são profissionais que bruscamente passaram para a condição de educadores sem nenhuma pedagogia ou didática para enfrentar as adversidades e diversidades de uma sala de aula, suprida em parte pela experiência e pelo convívio entre os pares. Mas uma das maiores dificuldades é, sem dúvida, a indisciplina na educação. Tornou-se um grande desafio, que cada vez mais tem sido alvo de preocupação das escolas, da direção, dos pais e professores.
Da pré-escola à universidade, nunca a relação professor-aluno esteve tão difícil.
Assim como um médico, em sua formação acadêmica, de modo geral não é preparado psicologicamente para receber os inevitáveis impactos e problemáticas características de sua profissão, também o professor geralmente não recebe por parte da escola e por comodismo próprio o suporte para administrar esta série de microcosmos com diferentes composições genéticas, origens, histórias, famílias, expectativas, pensamentos, experiências etc.
Vasconcellos pergunta: "Como desencadear um processo de aprendizagem num universo tão diversificado?" (1994, p. 34).
Os agentes sociais ¾ a Igreja, os partidos, a família, a escola, a ciência ¾ não estão com seus autogovernos definidos, vitimando e desorientando o aluno. Estão em uma crise que merece um enfrentamento e um envolvimento maduro e consciente por parte de todos. Não se trata de descobrir os culpados. As causas da indisciplina estão entrelaçadas com a sociedade, a família, a escola, o professor e o aluno. São problemas familiares, carências, influências da TV, de toda a mídia, o que demanda uma atuação organizada e articulada em todas as frentes.
A família e a escola mudaram muito. Antes, a família era cúmplice da escola. Hoje deposita suas funções e delega suas responsabilidades a ela, porém a critica. Cada vez mais os alunos vêm para a escola com menos limites trabalhados pela família.
Qual o papel da universidade? Falta perspectiva para o jovem. Estudar para quê? Promove a ascensão social? Prepara para a profissão? Forma a cidadania?
Houve uma profunda mudança na relação universidade-sociedade e não percebemos. A sociedade mostra-se imatura pelo alto consumismo, levando à busca da satisfação imediata do prazer, diminuindo a capacidade de tolerância à frustração e aumentando a agressividade, a violência, a crise ética da corrupção, do "levar vantagem em tudo". A indisciplina na sala de aula comparada à indisciplina social não é tão grave. Conforme Vasconcellos, "segundo alguns analistas, daqui a algum tempo teremos no país apenas duas categorias de pessoas: os que não comem - porque não têm o que comer ¾ e os que não dormem ¾ de medo dos que não comem..." (1994, p. 24).
Vasconcellos (idem, p. 24) nos alerta que "a sociedade espera que a sala de aula seja um lugar de submissão, de doutrinação, de seleção natural, de domesticação".
E a universidade? Funciona ou está reproduzindo esse sistema? O que a universidade está fazendo dentro da sua autonomia relativa? Para que tipo de sociedade está colaborando? Ela quer formar o cidadão ativo, responsável e autônomo mas não lhe dá a oportunidade de exercitar-se. É quase sempre constituída por um aglomerado de pessoas e não por uma equipe de trabalho. Apresenta propostas curriculares desarticuladas e anacrônicas.
E o educador? Qual é a sua postura: autoritária, conformada, comprometida, desesperada, desanimada, consciente? Que visão tem de sua ação pedagógica? Repressiva ou liberal? Vê o aluno como um mal necessário e a liberdade como um monstro subversivo e corrosivo, ou tem medo de ser repressor, quer ser legal e exalta o descompromisso, o espontaneísmo e a atitude do "cada um na sua"? Este último, pelo abandono e pela falta de responsabilidade, disciplina e conteúdo, acaba sendo desmoralizado pelos alunos "libertados". Esses extremos aumentam o descompromisso e o descaso, transformando o movimento educacional num processo destrutivo.
Essas relações mostram-se alienadas. O professor espera que a classe faça silêncio para poder dar aula; o aluno quer logo ir embora e receber a nota; a direção não quer problemas e os pais querem que o filho seja aprovado objetivando a ascensão social.
Quantos professores há que não estão preocupados com o futuro do educando, mas sim em sobreviver como educador. Não encaram o aluno-problema como desafio pedagógico. O professor que apenas quer obter o silêncio tem visão estreita. Os repressores conseguem uma disciplina que se esvai quando os alunos não estão na sua presença. O ideal é mostrar os limites, mas também as possibilidades, geralmente esquecidas. A educação por coação produz uma personalidade dependente, imatura e pouco criativa.
O professor não entra sozinho na sala de aula. Vão com ele os colegas, os funcionários, as regras, as vivências, toda a instituição está representada. Que imagem os alunos fazem da universidade?
O professor precisa refletir a sua prática, fazer uma autocrítica. Sem uma definição clara do seu papel, não estará em condições de educar, dado que o aluno capta isso com muita facilidade e explora essa fragilidade. A falta de convicção da proposta do professor gera um acúmulo de dificuldades, podendo chegar a uma confusão generalizada na sala de aula. São aulas sem aprofundamento, sem clareza dos objetivos, sem renovação metodológica, sem articulação interdisciplinar, sem conteúdos relacionados com as necessidades do aluno. Vasconcellos (idem, p. 53) nos diz que "não se trata de fazer ajustes no velho para que ele permaneça, ao contrário, a perspectiva é dar pequenos passos, mas concretos na nova direção, preparando um salto qualitativo, e fazer com que seja uma mudança duradoura".
Há um consenso de que sem disciplina não se pode fazer nenhum trabalho pedagógico significativo.
Em uma mesma universidade existem professores conseguindo realizar um bom trabalho. Assim sendo, será que existe o aluno indisciplinado "em si"? Para Rosemberg, "é preciso saber ouvir e compreender a mensagem que se esconde por trás do comportamento manifesto como indisciplina" (apud Vasconcellos 1994, p. 50).
Trata-se de redimensionar o problema. A questão central não está na disputa entre professor e aluno, mas na organização do trabalho coletivo em sala de aula para se realizar a construção do conhecimento, quando o professor é o articulador da proposta, o coordenador do processo de aprendizagem e deve assumir seu papel de agente histórico de transformação da realidade, por meio de um ensino exigente e inteligente. Estar inteiro na sala de aula, manter a tensão entre a ternura e o vigor, o porto seguro e o "mar aberto", entre direção e participação.
Cabe a ele resgatar valores do passado, mas estar aberto aos novos valores emergentes, em função das necessidades colocadas pelas contradições sociais, políticas, econômicas, culturais, num processo de continuidade-ruptura, numa visão dialética.
O ideal seria uma disciplina consciente e interativa, marcada por participação, respeito, responsabilidade, construção do conhecimento, formação do caráter e da cidadania.
A disciplina deve formar o aluno "como pessoa capaz de pensar, de estudar, de dirigir ou de controlar quem dirige" (Gramsci 1982, p. 36).
Não queremos mais a educação tradicional autoritária, mas não desejamos a educação moderna, de cunho espontaneísta.
A efetivação de uma disciplina democrática na universidade depende da democratização da sociedade, na medida em que esta assumir uma nova ética social (superar a "Lei de Gerson"), valorizar a educação e adotar uma nova política para os meios de comunicação.
Vasconcellos conclui que "os educadores devem se comprometer com o processo de transformação da realidade, alimentando um projeto comum de escola e de sociedade", como numa orquestra.
"...Ninguém educa ninguém. Ninguém se educa sozinho. Os homens se educam em comunhão, mediados pela realidade. (Freyre, apud Vasconcellos 1981, p. 79)
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Fé que Move Montanhas
"Porque em verdade vos afirmo que, se alguém disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele” (Marcos 11:23; veja Mateus 17:20; 21:21; 1 Coríntios 13:2). Muitos se recusam a confiar nesta ousada promessa de Jesus. Alguns dizem que Deus já não responde a orações nesta maneira, mas o texto não indica que essas promessas fossem limitadas àquela época. Outros dizem que isto aconteceria se tivéssemos bastante fé, mas que dificilmente alguém conseguiria conjurar tanta fé. Este ponto de vista contradiz o texto: primeiro, Jesus ressaltou, em Mateus 17, que uma pequena quantidade de fé (do tamanho de um grão de mostarda) poderia conseguir; e segundo, esta perspectiva tira a ênfase do poder do Senhor para responder, e a focaliza no poder de crer da própria pessoa. Se não vemos esta promessa como atingível, perdemos o importante auxílio do Senhor.
Jesus não está se referindo a
montanhas literais, mas a obstáculos maiores e mais poderosos. As montanhas são
usadas simbolicamente na Bíblia para descrever forças poderosas (Isaías 2:2),
tarefas enormes (Zacarias 4:7), e barreiras impenetráveis (Isaías 41:14-16;
Zacarias 14:4). O texto clássico sobre a remoção da montanha se refere à
obra de João Batista, reestruturando radicalmente as vidas das pessoas para
preparar para a vinda de Cristo: “Todo vale será aterrado, e nivelados, todos
os montes e outeiros; o que é tortuoso será retificado, e os lugares
escabrosos, aplanados” (Isaías 40:4). As mudanças na paisagem, que João
efetuou por sua pregação, foram muito mais fundamentais do que um equipamento
para mover terra poderia cumprir.
Deus remove montanhas quando seu
povo pede com fé. Ele pode afastar montanhas de avareza, egoísmo, inveja, ódio
e sensualidade. Ele pode remover as barreiras que inibem nosso crescimento
espiritual e que retardam a expansão de sua palavra. Jamais nos sintamos
limitados pelo que nossa débil força própria pode fazer; Deus pode mover
montanhas!
- por Gary Fisher
segunda-feira, 24 de março de 2014
Como estou cuidando da água que consumo
Não adianta apenas comemorarmos o dia da água.Devemos ter plena conciência sobre o que estamos fazendo com a água que consumimos.Estou usando corretamente essa água?;quando não quero o que faço?;tenho algum meio de reutilizar a água que tomo banho?Onde coloco o resto de água que usei?conheço alguma política pública referente o uso eficaz da água?Participei alguma vez de algo referente o uso sustentável da água em minha cidade?se conseguiu responder positivamente essas questões,então parabéns.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Participem da campanha de vacinação( meninas de 11 a 13 anos)
O que significa "HPV"?
É a sigla em
inglês para papilomavírus humano. Os HPV são vírus capazes de infectar a
pele ou as mucosas. Existem mais de 100 tipos diferentes de HPV, sendo
que cerca de 40 tipos podem infectar o trato ano-genital.
2: HPV e câncer do colo do útero
Qual é a relação entre HPV e câncer?
A infecção pelo HPV é muito frequente, mas
transitória, regredido espontaneamente na maioria das vezes. No pequeno
número de casos nos quais a infecção persiste e, especialmente, é
causada por um tipo viral oncogênico (com potencial para causar câncer),
pode ocorrer o desenvolvimento de lesões precursoras, que se não forem
identificadas e tratadas podem progredir para o câncer, principalmente
no colo do útero, mas também na vagina, vulva, ânus, pênis, orofaringe e
boca.
Quais são os tipos de HPV que podem causar câncer?
Pelo menos 13 tipos de HPV são considerados
oncogênicos, apresentando maior risco ou probabilidade de provocar
infecções persistentes e estar associados a lesões precursoras. Dentre
os HPV de alto risco oncogênico, os tipos 16 e 18 estão presentes em 70%
dos casos de câncer do colo do útero.
Já os HPV 6 e 11, encontrados em 90% dos condilomas genitais e papilomas laríngeos, são considerados não oncogênicos.
O que é câncer do colo do útero?
É um tumor que se desenvolve a partir de alterações
no colo do útero, que se localiza no fundo da vagina. Essas alterações
são chamadas de lesões precursoras, são totalmente curáveis na maioria
das vezes e, se não tratadas, podem demorar muitos anos para se
transformar em câncer.
As lesões precursoras ou o câncer em estágio inicial
não apresentam sinais ou sintomas, mas conforme a doença avança podem
aparecer sangramento vaginal, corrimento e dor, nem sempre nessa ordem.
Nesses casos, a orientação é sempre procurar um posto de saúde para
tirar as dúvidas, investigar os sinais ou sintomas e iniciar um
tratamento, se for o caso.
Qual é o risco de uma mulher infectada pelo HPV desenvolver câncer do colo do útero?
Aproximadamente 291 milhões de mulheres no mundo são
portadoras do HPV, sendo que 32% estão infectadas pelos tipos 16, 18 ou
ambos. Comparando-se esse dado com a incidência anual de aproximadamente
500 mil casos de câncer de colo do útero, conclui-se que o câncer é um
desfecho raro, mesmo na presença da infecção pelo HPV. Ou seja, a
infecção pelo HPV é um fator necessário, mas não suficiente, para o
desenvolvimento do câncer do colo do útero.
Além da infecção pelo HPV, há outros fatores que aumentam o risco de uma mulher desenvolver câncer do colo do útero?
Fatores ligados à imunidade, à genética e ao
comportamento sexual parecem influenciar os mecanismos ainda incertos
que determinam a regressão ou a persistência da infecção pelo HPV e
também a progressão para lesões precursoras ou câncer. Desta forma, o
tabagismo, o início precoce da vida sexual, o número elevado de
parceiros sexuais e de gestações, o uso de pílula anticoncepcional e a
imunossupressão (causada por infecção por HIV ou uso de
imunossupressores) são considerados fatores de risco para o
desenvolvimento do câncer do colo do útero. A idade também interfere
nesse processo, sendo que a maioria das infecções por HPV em mulheres
com menos de 30 anos regride espontaneamente, ao passo que acima dessa
idade a persistência é mais frequente.
Como as mulheres podem se prevenir do câncer do colo do útero?
Fazendo o exame preventivo (de Papanicolaou ou
citopatológico), que pode detectar as lesões precursoras. Quando essas
alterações que antecedem o câncer são identificadas e tratadas é
possível prevenir a doença em 100% dos casos.
O exame deve ser feito preferencialmente pelas
mulheres entre 25 e 64 anos, que têm ou já tiveram atividade sexual. Os
dois primeiros exames devem ser feitos com intervalo de um ano e, se os
resultados forem normais, o exame passará a ser realizado a cada três
anos.
Onde é possível fazer os exames preventivos do câncer do colo do útero pelo SUS?
Postos de coleta de exames preventivos ginecológicos
do SUS estão disponíveis em todos os estados do País e os exames são
gratuitos. Procure a Secretaria de Saúde de seu município para obter
informações.
3: Manifestações da infecção pelo HPV
Uma pessoa infectada pelo vírus necessariamente apresenta sinais ou sintomas?
A maioria das infecções por HPV é assintomática ou
inaparente e de caráter transitório, ou seja, regride espontaneamente.
Tanto o homem quanto a mulher podem estar infectados pelo vírus sem
apresentar sintomas. Habitualmente as infecções pelo HPV se apresentam
como lesões microscópicas ou não produzem lesões, o que chamamos de
infecção latente. Quando não vemos lesões não é possível garantir que o
HPV não está presente, mas apenas que não está produzindo doença.
Quais são as manifestações da infecção pelo HPV?
Estima-se que somente cerca de 5% das pessoas infectadas pelo HPV desenvolverá alguma forma de manifestação.
A infecção pode se manifestar de duas formas: clínica e subclínica.
As lesões clínicas se apresentam como verrugas ou
lesões exofíticas, são tecnicamente denominadas condilomas acuminados e
popularmente chamadas "crista de galo", "figueira" ou "cavalo de
crista". Têm aspecto de couve-flor e tamanho variável. Nas mulheres
podem aparecer no colo do útero, vagina, vulva, região pubiana,
perineal, perianal e ânus. Em homens podem surgir no pênis (normalmente
na glande), bolsa escrotal, região pubiana, perianal e ânus. Essas
lesões também podem aparecer na boca e na garganta em ambos os sexos.
As infecções subclínicas (não visíveis ao olho nu)
podem ser encontradas nos mesmos locais e não apresentam nenhum sintoma
ou sinal. No colo do útero são chamadas de Lesões Intra-epiteliais de
Baixo Grau/Neoplasia Intra-epitelial grau I (NIC I), que refletem apenas
a presença do vírus, e de Lesões Intra-epiteliais de Alto
Grau/Neoplasia Intra-epitelial graus II ou III (NIC II ou III), que são
as verdadeiras lesões precursoras do câncer do colo do útero.
O desenvolvimento de qualquer tipo de lesão clínica ou subclínica em outras regiões do corpo é raro.
Estou com uma lesão genital que se assemelha à descrição de lesão provocada por HPV. O que devo fazer?
É recomendado procurar um profissional de saúde para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado.
4: Formas de diagnóstico
Como a infecção pelo HPV é diagnosticada em homens e mulheres?
A investigação diagnóstica da infecção latente pelo
HPV, que ocorre na ausência de manifestações clínicas ou subclínicas, só
pode atualmente ser realizada por meio de exames de biologia molecular,
que mostram a presença do DNA do vírus. Entretanto, não é indicado
procurar diagnosticar a presença do HPV, mas sim suas manifestações.
O diagnóstico das verrugas ano-genitais pode ser feito em homens e em mulheres por meio do exame clínico.
As lesões subclínicas podem ser diagnosticadas por
meio de exames laboratoriais (citopatológico, histopatológico e de
biologia molecular) ou do uso de instrumentos com poder de magnificação
(lentes de aumento), após a aplicação de reagentes químicos para
contraste (colposcopia, peniscopia, anuscopia).
5:Tratamento
Qual o tratamento para a infecção pelo HPV?
Não há tratamento específico para eliminar o vírus.
O tratamento das lesões clínicas deve ser
individualizado, dependendo da extensão, número e localização. Podem ser
usados laser, eletrocauterização, ácido tricloroacético (ATA) e
medicamentos que melhoram o sistema de defesa do organismo.
As lesões de baixo grau não oferecem maiores riscos,
tendendo a desaparecer mesmo sem tratamento na maioria das mulheres. A
conduta recomendada é a repetição do exame preventivo em seis meses.
O tratamento apropriado das lesões precursoras é
imprescindível para a redução da incidência e mortalidade pelo câncer do
colo uterino. As diretrizes brasileiras recomendam, após confirmação
colposcópica ou histológica, o tratamento excisional das Lesões
Intra-epiteliais de Alto Grau, por meio de exérese da zona de
transformação (EZT) por eletrocirurgia.
Só o médico, após a avaliação de cada caso, pode recomendar a conduta mais adequada.
Após passar por tratamento, a pessoa pode se reinfectar?
Sim. A infecção por HPV pode não induzir imunidade natural e, além disso, pode ocorrer contato com outro tipo viral.
Que tipo de médico deve ser procurado para o tratamento de pacientes com infecção por HPV?
Médicos ginecologistas, urologistas ou proctologistas
podem tratar pessoas com infecção por HPV. Outros especialistas podem
ser indicados após análise individual de cada caso.
6: Transmissão
Como os HPV são transmitidos?
A transmissão do vírus se dá por contato direto com a pele ou mucosa infectada.
A principal forma é pela via sexual, que inclui
contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. Assim
sendo, o contágio com o HPV pode ocorrer mesmo na ausência de penetração
vaginal ou anal.
Também pode haver transmissão durante o parto.
Não está comprovada a possibilidade de contaminação
por meio de objetos, do uso de vaso sanitário e piscina ou pelo
compartilhamento de toalhas e roupas íntimas.
Os HPV são facilmente contraídos?
Estudos no mundo comprovam que 80% das mulheres
sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum
momento de suas vidas. Essa percentagem pode ser ainda maior em homens.
Estima-se que entre
25% e 50% da população feminina e 50% da população
masculina mundial esteja infectada pelo HPV. Porém, a maioria das
infecções é transitória, sendo combatida espontaneamente pelo sistema
imune, regredindo entre seis meses a dois anos após a exposição,
principalmente entre as mulheres mais jovens.
Para haver o contágio com o HPV, a(o) parceira(o) sexual precisa apresentar manifestações da infecção?
Provavelmente a transmissão é facilitada quando as
lesões clínicas estão presentes: foi demonstrado que 64% dos parceiros
sexuais de indivíduos portadores de condilomas genitais desenvolveram
lesões semelhantes. No entanto não é possível afirmar que não há chance
de contaminação na ausência de lesões.
Após o contágio com HPV por quanto tempo uma pessoa pode não manifestar a infecção?
Não se sabe por quanto tempo o HPV pode permanecer
inaparente e quais são os fatores responsáveis pelo desenvolvimento de
lesões. As manifestações da infecção podem só ocorrer meses ou até anos
depois do contato. Por esse motivo não é possível determinar se o
contágio foi recente ou antigo.
Na ocorrência de relação sexual com uma pessoa infectada pelo HPV, como saber se houve contaminação?
O fato de ter
mantido relação sexual com uma pessoa infectada pelo HPV não significa
que obrigatoriamente ocorrerá transmissão da infecção, mas não sabemos
qual é o risco por não conhecermos a contagiosidade do HPV. Apesar
da ansiedade ocasionada pela possibilidade de contaminação, não é
indicado procurar diagnosticar a presença do HPV. As pessoas expostas ao
vírus devem ficar atentas para o surgimento de alguma lesão, mas não
adianta procurar o médico no dia seguinte, pois isto pode levar semanas a
meses para ocorrer. As mulheres devem obedecer à periodicidade de
realização do exame preventivo (Papanicolaou).
7: HPV e gravidez
Existe risco de má formação do feto para mulheres grávidas infectadas com HPV?
A ocorrência de infecção pelo HPV durante a gravidez não implica em má formação do feto.
Qual a via de parto indicada para mulheres grávidas infectadas com HPV?
O parto normal não é contra-indicado, pois, apesar de
ser possível a contaminação do bebê, o desenvolvimento de lesões é
muito raro. Pode também ocorrer contaminação antes do trabalho de parto e
a opção pela cesariana não garante a prevenção da transmissão da
infecção. A via de parto (normal ou cesariana) deverá ser determinada
pelo médico após análise individual de cada caso.
8: Prevenção
Como homens e mulheres, independente na orientação sexual, podem se prevenir dos HPV?
Apesar de sempre recomendado, o uso de preservativo (camisinha)
durante todo contato sexual, com ou sem penetração, não protege
totalmente da infecção pelo HPV, pois não cobre todas as áreas passíveis
de ser infectadas. Na
presença de infecção na vulva, na região pubiana, perineal e perianal
ou na bolsa escrotal, o HPV poderá ser transmitido apesar do uso do
preservativo. A camisinha feminina, que cobre também a vulva, evita mais
eficazmente o contágio se utilizada desde o início da relação sexual.Existe vacina contra o HPV? Sim. Existem duas vacinas profiláticas contra HPV aprovadas e registradas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e que estão comercialmente disponíveis: a vacina quadrivalente, da empresa Merck Sharp & Dohme (nome comercial Gardasil), que confere proteção contra HPV 6, 11, 16 e 18; e a vacina bivalente, da empresa GlaxoSmithKline (nome comercial Cervarix), que confere proteção contra HPV 16 e 18.
Para que servem as vacinas contra o HPV? As vacinas são preventivas, tendo como objetivo evitar a infecção pelos tipos de HPV nelas contidos.
A vacina quadrivalente está aprovada no Brasil para prevenção de lesões genitais pré-cancerosas de colo do útero, vulva e vagina e câncer do colo do útero em mulheres e verrugas genitais em mulheres e homens, relacionados ao HPV 6, 11, 16 e 18.
A vacina bivalente está aprovada para prevenção de lesões genitais pré-cancerosas do colo do útero e câncer do colo do útero em mulheres, relacionados ao HPV 16 e 18.
Nenhuma das vacinas é terapêutica, ou seja, não há eficácia contra infecções ou lesões já existentes.
Quem pode ser vacinado?
De acordo com o registro na ANVISA, a vacina
quadrivalente é indicada para mulheres e homens entre 9 e 26 anos de
idade e vacina bivalente é indicada para mulheres entre 10 e 25 anos de
idade. Novos estudos mostraram que as vacinas também são seguras para
mulheres com mais de 26 anos e os fabricantes já iniciaram os
procedimentos para que a ANVISA aprove seus produtos para faixas etárias
mais avançadas. No momento as clínicas de vacinação ainda não estão
autorizadas a aplicar as vacinas em faixas etárias superiores às
estabelecidas pela ANVISA.
Ambas as vacinas possuem maior indicação para meninas
que ainda não iniciaram a vida sexual, uma vez que apresentam maior
eficácia na proteção de indivíduos não expostos aos tipos virais
presentes nas vacinas. Países que adotam a vacinação em programas
nacionais de imunização utilizam a faixa etária de 9 a 13 anos.
Vale a pena vacinar mulheres que já iniciaram a atividade sexual?
Após o início da atividade sexual a possibilidade de
contato com o HPV aumenta progressivamente: 25% das adolescentes
apresentam infecção pelo HPV durante o primeiro ano após iniciação
sexual e três anos depois esse percentual sobe para 70%.
Não há, até o momento, evidência científica de
benefício estatisticamente significativo em vacinar mulheres previamente
expostas ao HPV. Isso quer dizer que algumas mulheres podem se
beneficiar e outras não. Nesses casos a decisão sobre a vacinação deve
ser individualizada, levando em conta as expectativas e a relação
custo-benefício pessoal.
Não existe risco à saúde caso uma pessoa que já tenha tido contato com o HPV for vacinada.
Vale a pena vacinar mulheres já tratadas para lesões no colo do útero, vagina ou vulva?
Existe evidência científica de pequeno benefício em
vacinar mulheres previamente tratadas, que poderiam apresentar menos
recidivas. Também nesses casos a decisão sobre a vacinação deve ser
individualizada.
Vale a pena vacinar homens?
A eficácia da vacina contra HPV foi comprovada em
homens para prevenção de condilomas genitais e lesões precursoras de
câncer no pênis e ânus.
Teoricamente, se os homens forem vacinados contra
HPV, as mulheres estariam protegidas através de imunidade indireta ou de
rebanho, pois o vírus é sexualmente transmissível. Entretanto, estudos
que avaliaram a custo-efetividade das vacinas para a prevenção do câncer
do colo do útero através de modelos matemáticos mostraram que um
programa de vacinação de homens e mulheres não é custo-efetivo quando
comparado com a vacinação exclusiva de mulheres.
Por quanto tempo a vacina é eficaz?
A duração da eficácia foi comprovada até 8-9 anos,
mas ainda existem lacunas de conhecimento relacionadas à duração da
imunidade em longo prazo (por quanto tempo as três doses recomendadas
protegem contra o contágio pelo HPV) e a necessidade de dose de reforço
(aplicação de novas doses da vacina no futuro na população já vacinada).
As vacinas são seguras?
Sim, seguras e bem toleradas. Os eventos adversos
mais observados incluem dor, inchaço e vermelhidão no local da injeção e
dor de cabeça de intensidade leve a moderada.
Existem contra-indicações para a vacinação?
A vacina está contra-indicada para gestantes,
indivíduos acometidos por doenças agudas e com hipersensibilidade aos
componentes (princípios ativos ou excipientes) de imunobiológicos.
Há pouca informação disponível quanto à segurança e imunogenicidade em indivíduos imunocomprometidos.
Como as vacinas são administradas:
Ambas são recomendadas em três doses, por via intramuscular.
A vacina quadrivalente tem esquema vacinal 0, 2 e 6
meses e, caso seja necessário um esquema alternativo, a segunda dose
pode ser administrada pelo menos um mês após a primeira dose e a
terceira dose pelo menos quatro meses após a primeira dose.
A vacina bivalente tem esquema 0, 1 e 6 meses,
podendo ter a segunda dose administrada entre um mês e dois meses e meio
após a primeira dose e a terceira dose entre cinco e 12 meses após a
primeira dose.
As meninas ou mulheres vacinadas podem dispensar a realização do exame preventivo?
Não. É imprescindível manter a realização do exame
preventivo, pois as vacinas protegem apenas contra dois tipos
oncogênicos de HPV, responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do
colo do útero. Ou seja, 30% dos casos de câncer causados pelos outros
tipos oncogênicos de HPV vão continuar ocorrendo se não for realizada a
prevenção secundária.
A vacina contra o HPV está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS)?
Estará a partir de 2014.
O Ministério da Saúde avalia desde 2006 a
incorporação da vacina contra o HPV pelo SUS e no ano de 2013 considerou
pertinente incluir o imunizante no calendário nacional.
Em dezembro de 2011 resultado do estudo de
custo-efetividade da incorporação da vacina contra HPV no Programa
Nacional de Imunização, concluiu que a vacinação é custo-efetiva no
País. Em julho de 2012 ocorreu a primeira reunião do grupo de trabalho
para elaboração das diretrizes para introdução da vacina no calendário
nacional.
Três pareceres anteriores contraindicaram, em 2007,
2010 e 2011, o uso da vacina contra o HPV como política de saúde, até
que o considerando prudente esperar o resultado de estudo sobre
custo-efetividade da vacinação no cenário brasileiro, a avaliação do
impacto na sustentabilidade do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e
as negociações para transferência de tecnologia para produção da vacina
no país para subsidiar a tomada de decisão do Ministério da Saúde sobre o
tema.
Onde é possível ser vacinado contra o HPV?
Atualmente as vacinas profiláticas contra o HPV estão
disponíveis em clínicas de vacinação particulares. Consultórios
geralmente não são fiscalizados pela ANVISA e as vacinas podem ser mal
conservadas, comprometendo sua eficácia.
A forma como as informações sobre o uso e a eficácia da vacina têm chegado à população brasileira é adequada?
Não. É preciso que fabricantes, imprensa,
profissionais e autoridades de saúde estejam conscientes de sua
responsabilidade. É imprescindível esclarecer sob quais condições a
vacina pode se tornar um mecanismo eficaz de prevenção para não gerar
uma expectativa irreal de solução do problema e desmobilizar a sociedade
e seus agentes com relação às políticas de promoção e prevenção
realizadas. Deve-se informar que, segundo as pesquisas, as principais
beneficiadas são as meninas que ainda não fizeram sexo; que as mulheres
deverão manter a rotina de realização do exame Papanicolaou e de
diagnóstico de DST; e que, mesmo que a aplicação da vacina ocorra em
larga escala, uma redução significativa dos indicadores da doença pode
demorar algumas décadas.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Dia da Mulher
Querer comemorar o dia da Mulher é lembrar de todas as mulheres do mundo de modo especial minha querida mamãe.
MULHER
Ser mulher...
É viver mil vezes em apenas uma vida.
É lutar por causas perdidas e
sempre sair vencedora.
É estar antes do ontem e depois do amanhã.
É desconhecer a palavra recompensa
apesar dos seus atos.
Ser mulher...
É caminhar na dúvida cheia de certezas.
É correr atrás das nuvens num dia de sol.
É alcançar o sol num dia de chuva.
Ser mulher...
É chorar de alegria e muitas vezes
sorrir com tristeza.
É acreditar quando ninguém mais acredita.
É cancelar sonhos em prol de terceiros.
É esperar quando ninguém mais espera.
Ser mulher...
É identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa.
É ser enganada, e sempre dar mais uma chance.
É cair no fundo do poço, e emergir sem ajuda.
Ser mulher...
É estar em mil lugares de uma só vez.
É fazer mil papeis ao mesmo tempo.
É ser forte e fingir que é frágil...
Pra ter um carinho.
Ser mulher...
É se perder em palavras e
depois perceber que se encontrou nelas.
É distribuir emoções
que nem sempre são captadas.
Ser mulher...
É comprar, emprestar, alugar,
vender sentimentos, mas jamais dever.
É construir castelos na areia,
ve-los desmoronados pelas águas.
E ainda assim amá-los.
Ser mulher...
É saber dar o perdão...
É tentar recuperar o irrecuperável.
É entender o que ninguém mais conseguiu desvendar.
Ser mulher...
É estender a mão a quem ainda não pediu.
É doar o que ainda não foi solicitado.
Ser mulher...
É não ter vergonha de chorar por amor.
É saber a hora certa do fim.
É esperar sempre por um recomeço.
Ser mulher...
É ter a arrogância de viver
apesar dos dissabores,
das desilusões, das traições e
das decepções.
Ser mulher...
É ser mãe dos seus filhos...
Dos filhos de outros.
É amá-los igualmente.
Ser mulher...
É ter confiança no amanhã e
aceitação pelo ontem.
É desbravar caminhos difíceis
em instantes inoportunos.
E fincar a bandeira da conquista.
Ser mulher...
É entender as fases da lua
por ter suas próprias fases.
MULHER
Ser mulher...
É viver mil vezes em apenas uma vida.
É lutar por causas perdidas e
sempre sair vencedora.
É estar antes do ontem e depois do amanhã.
É desconhecer a palavra recompensa
apesar dos seus atos.
Ser mulher...
É caminhar na dúvida cheia de certezas.
É correr atrás das nuvens num dia de sol.
É alcançar o sol num dia de chuva.
Ser mulher...
É chorar de alegria e muitas vezes
sorrir com tristeza.
É acreditar quando ninguém mais acredita.
É cancelar sonhos em prol de terceiros.
É esperar quando ninguém mais espera.
Ser mulher...
É identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa.
É ser enganada, e sempre dar mais uma chance.
É cair no fundo do poço, e emergir sem ajuda.
Ser mulher...
É estar em mil lugares de uma só vez.
É fazer mil papeis ao mesmo tempo.
É ser forte e fingir que é frágil...
Pra ter um carinho.
Ser mulher...
É se perder em palavras e
depois perceber que se encontrou nelas.
É distribuir emoções
que nem sempre são captadas.
Ser mulher...
É comprar, emprestar, alugar,
vender sentimentos, mas jamais dever.
É construir castelos na areia,
ve-los desmoronados pelas águas.
E ainda assim amá-los.
Ser mulher...
É saber dar o perdão...
É tentar recuperar o irrecuperável.
É entender o que ninguém mais conseguiu desvendar.
Ser mulher...
É estender a mão a quem ainda não pediu.
É doar o que ainda não foi solicitado.
Ser mulher...
É não ter vergonha de chorar por amor.
É saber a hora certa do fim.
É esperar sempre por um recomeço.
Ser mulher...
É ter a arrogância de viver
apesar dos dissabores,
das desilusões, das traições e
das decepções.
Ser mulher...
É ser mãe dos seus filhos...
Dos filhos de outros.
É amá-los igualmente.
Ser mulher...
É ter confiança no amanhã e
aceitação pelo ontem.
É desbravar caminhos difíceis
em instantes inoportunos.
E fincar a bandeira da conquista.
Ser mulher...
É entender as fases da lua
por ter suas próprias fases.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Policial e comparsa são detidos durante assalto em Juazeiro
Um policial e um comparsa foram detidos no último domingo (16) na cidade de Juazeiro, a cerca de 502 km de Salvador.
De acordo com informações da polícia, eles foram surpreendidos pela polícia quando cometiam assaltos no circuito do Carnaval, no centro do município.
Ainda segundo a polícia, com eles a polícia encontrou e apreendeu uma moto de cor preta, uma pistola e um revólver. Eles foram levados para a delegacia da cidade. O comparsa do PM possui passagem pela polícia.
Informações da coordenadora Caroline Gois.
Fonte Bocão news.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Morre,ontem,o ex presidente do Bairro Coréia Milton Xavier de Macedo.
A comunidade Coréia está de luto, pois perdeu uma liderança nesta noite de 05/02/2014 o mesmo foi hospitalizado vítima de complicações renais e seríssima taxa de diabete. O corpo foi velado em sua residência na rua Alfredo Nunes de Oliveira na proximidade da escola Crenildes Luiz Brandão sendo assistido por amigos e familiares e o sepultamento será ás 17h no cemitério local.
sábado, 25 de janeiro de 2014
HINO DO CARNAVAL DE JUAZEIRO BA NA VOZ DE LUIZ CALDAS
Juazeiro 100 anos de carnaval
(Maurício Dias)
Eram Clarins, batucadas
Pierrot,colombinas,arlequins
Desde 1914 “oxi de hoje”, até hoje, até hoje
A serpentina do tempo
É purpurina confete
A “diacui” das meninas
Deu em Ivete
Carmim ,talco,ruge,crepom e cetim
São 100 anos são 100 anos
De Carnaval alegria emoção
Juazeiro é o terreiro
Da rainha Sangalo
Mas quem canta de galo
É o rei povo é o coração
Folião!!
(refrão)
Era na rua era no salão
Zero, Apolo,28
Os alegóricos abriam caminho
Para trio de Edésio violão
E Urbano cavaquinho
Elétricos!!
Tinha o gigante Dêde
O anão Gustavinho
Mato Grosso, João Doido
Saudade de doer
Tudo começava num vapor
Seu Zezito. Zé Custódio, Seu Galo
paixão de carnaval
uma” marchinha” de amor
(refrão)
Branca e Azul
No por do Sol”
O samba Cacumbú”
A charanga “Pirata”
“Fala quem pode”
Era no couro cru
A voz do morro, voz do São Francisco
E a batucada de Lata
Virou “brucutu”
A Marabá
A cultural
Aquele cheiro de “rodouro” no ar
E as minas “coroas coloridas”
Festejando a vida
Porque o tempo é o gerador
De gerações
Juazeiro destila emoções
No Cabaré das ilusões
· “Diacuí” Orquestra feminina de Juazeiro, Maestro Carlos Ribeiro.
· * Zero, Apolo, 28 clubes da elite que promoviam desfiles alegóricos
· * Dêdê – Cozinheiro gigante, desfilava na “Cacumbú”
· * “Gustavinho” anão querido do povo, desfilava na “Cacumbú” gritando “Olariaaaaa!!!
· * “Mato Grosso”, se vestia de mulher e fazia mágicas, era adorado pelas crianças
· “João Doido” desfilava em todas, mas era da “cacumbú”
· Seu Zezito, Zé Custódio, Seu Galo – compositores tradicionais
· * A música do carnaval era escolhida num passeio de “Vapor”
· Edésio e Urbano criadores do primeiro trio elétrico de Juazeiro 64/65
· Cacumbú, Piratas
. Reis do Samba, Fala Quem Pode,Voz do Morro, Voz do São Francisco – Escolas de Samba
· “Rodouro” perfume lançado ao ar nos bailes como aromatizador de ambiente
· “Coroas coloridas” bloco feminino de idosas
· “Cabaré das ilusões” bloco que desfila com orquestra de frevo tradicional
· * Marabá e Cultural, alto-falantes da cidade
VERSÃO PARA DO DOWNLOAD VISITE O LINK
domingo, 19 de janeiro de 2014
Veja a Programação Oficial do Carnaval de Juazeiro Bahia.
Esse ano a Prefeitura Municipal na pessoa do então prefeito Isaac Carvalho promete comemorar o centenário do carnaval de Juazeiro Bahia (1914 a 2014),o maior pré carnaval do Brasil.Será dividida em três Polos que homenageará personalidades juazeirenses de fama nacional e internacional.Sendo o primeiro Polo denominado de Ivete Sangalo é o tradicional percurso da Avenida Dr Adolfo Viana/Orla 1,o segundo Daniel Alves segue da orla 2 com o palco multicultural 1 e o terceiro é o tradicional circuito das ruas 28 e apolo onde montará o palco multicultural 2.Veja programação na íntegra:
POLO IVETE SANGALO
- 07.02 – Lavagem da Orla – Tv São Francisco com Banda Babado Novo
- 08.02 – Bloco As Poderosas com Banda Guig Ghetto
- 13.02 – Alessandro Araújo – É o Tchan – Voa Voa – Saulo – Cheiro de amor – Baianidade – Swing Boys – Bloco Os 300 com Igor Canário – Bloco Batata com Bailão do Robysão
- 14.02 – Blocos Alternativos – Alan Cleber – Araketu – Ivete Sangalo – Levanois – Novo Destak – Banda Nanaê – Cesar Filho e Banda – Bloco Rural com Psirico – Bloco Oppas com Dj – Bloco Vira-lata com Banda Mirage
- 15.02 – Bloco Alternativos – Bloco Pimentinha – Bateria das Escolas de Samba – Bloco Recordar é Viver – Blocos Alternativos – Bloco Oppas com Dj – Bloco Amigo & Cia com Parangolé – Targino Gondim – Caffé e Banda – Armandinho – Margareth – Luiz Caldas
- 16.02 – Arrastão da Didá – Banda Mirage – Feijoada do Dadau (Chácara Bougeinville)
POLO EDÉSIO E URBANO
- 13.02 – Tributo ao Reggae: – Programação cultural – Solda Solta – Tio Zé Bá – Adão Negro – Tribo de Jah – Banda de sopro Faguinho (nos intervalos)
- 14.02 – Programação cultural – Maurício Dias e Banda – Semivelhos – Banda Mametto – Gerônimo – Banda de sopro Faguinho (nos intervalos)
- 15.02 – João Sereno, Neto e Mudinho – A5 – Giramente – Projeto Luta pelo Bem – Motumbá – Nilton Freitas e Superbanda – Banda de sopro Faguinho (nos intervalos)
POLO DANIEL ALVES
- 09.02 – Banda Nossa Cor – Banda Swing Samba – Asa de Águia – Seu Maxixe
- 10.02 – Ney Alves e Forró na Hora – Jau – Pablo
- 11.02 – Patuka e Banda – Edson Gomes – Asas Livres
- 12.02 – Orquestra São Francisco – Filhos de Jorge – Garota Safada
IMPERDÍVEL
sábado, 18 de janeiro de 2014
Os cinco benefícios do sexo:queima calorias e afasta o câncer.
![]() |
| Se for com amor revoluciona tudo. |
Por que fazer exercícios apenas na academia enquanto você pode malhar na cama? O site Your Tangoaponta cinco bons motivos para que você pratique mais sexo. Os benefícios vão além do simples bem-estar físico, chegam à mente e mandam pra longe o risco de doenças como câncer.
1. Sexo acaba com o stress:fazer sexo regularmente diminui a
pressão sanguínea e isso é responsável por diminuir os níveis de stress. As
substâncias químicas envolvidas no ato são a dopamina, a prolactina e
a oxitocina. Todos elas beneficiam a mente e causam sensação de
recompensa, felicidade, saciedade.
2. Sexo queima calorias: se você vive à
procura de um bom motivo para fugir da esteira, acabou de encontrá-lo. Fazer
sexo, além de manter a saúde cardiovascular em dia, oferece flexibilidade e
tônus muscular. Dependendo do tipo de sexo praticado pelo casal, é possível
eliminar até 700 calorias. A queima começa já nas preliminares. Cerca de quinze
minutos de amassos podem torrar em média de 25 calorias. Se você quer queimar
100 em meia hora, parta já para o sexo oral. E quando chegar ao orgasmo,
saiba que você se livrou de quase 100 calorias.
3. Sexo prolonga a vida: dizem que uma vida
sexual ativa retarda o processo de envelhecimento, diminui os riscos de ter
um ataque cardíaco e aumentar a imunidade. Estudos comprovam que quem
pratica sexo pode viver em média oito anos a mais que as pessoas que não o
fazem.
4. Sexo melhora a autoestima: ouvir seu parceiro
dizer o quanto você é incrível, é ótimo para a autoestima. Assim, você se sente
bem por horas.
5. Sexo reduz risco de câncer: um estudo comprovou
que homens que praticam sexo mais de 20 vezes por mês têm cerca de um terço a
menos de chances de desenvolver câncer de próstata. Enquanto isso, as
mulheres que fazem menos sexo apresentam maior risco de câncer de mama que as
mulheres ativas.
Saiba a importância do sexo na vida do ser humano
o humor, a resistência ao stress e à dor e,
principalmente, as Sexo é tão vital para a saúde quanto comer, dormir e fazer
exercícios, garantem médicos e psicólogos. Até a própria Organização Mundial da
Saúde (OMS) dá destaque ao tema, colocando a atividade sexual como um dos
índices que medem o nível de qualidade de vida. A verdade é que, entre outras
coisas, a prática alivia as tensões, ajuda no combate à depressão, revitaliza o
corpo, estimula a mente e ainda queima calorias (cerca de 300 por hora!), pois
se trata de um excelente exercício aeróbico e anaeróbico. Uma das responsáveis
por esse saudável turbilhão é a endorfina - substância liberada durante o ato
-, que mexe com os mecanismos cerebrais que controlam sensações de prazer.
"Saúde e sexo são praticamente sinônimos. Quem
possui uma vida saudável apresenta um desempenho sexual satisfatório. As
pessoas que têm relações com regularidade conseguem equilibrar seus hormônios e
estimular suas potencialidades. Conseqüentemente são mais felizes com elas
mesmas", afirma Carmita Abdo, psiquiatra e coordenadora do Prosex -
Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo.
O brasileiro é muito bem informado sobre doenças sexualmente transmissíveis e aids, mas só isso não basta. Os números apontam: 1/3 das mulheres e não mais do que 40% dos homens fazem uso correto da camisinha
O brasileiro é muito bem informado sobre doenças sexualmente transmissíveis e aids, mas só isso não basta. Os números apontam: 1/3 das mulheres e não mais do que 40% dos homens fazem uso correto da camisinha
Acontece que muita gente não relaciona os problemas
de sexo com os de saúde. E isso muitas vezes compromete a satisfação entre os
lençóis e adia até mesmo o diagnóstico de uma doença mais séria. "Ainda
existe um grande grau de desconhecimento nessa área. No homem, por exemplo, a
disfunção erétil pode revelar distúrbios físicos ou emocionais, como hipertensão,
diabetes, cardiopatias, depressão", diz Fernando Martins (SP), urologista
e gerente- médico do laboratório Lilly.
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