sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A criança de hoje e as mudanças na Sociedade.



   O tempo evoluiu em uma velocidade irreparável abraçando as novas tecnologias que nem sempre é possível observar com presteza o comportamento das crianças contemporâneas, pois não se fala mais em sapecas, mas em elétricas, aceleradas. A informatização tomou conta dos parâmetros da sociedade atual, essa é a era do conhecimento. Não cabe com tanta propriedade nessa geração a figura do ingênuo,pois a acessibilidade é tão veloz que as pessoas não conseguem dar uma notícia sem ao menos ouvir a incansável expressão do já li,vi,assisti,comentei, curtir ou compartilhei. Justíssimo dizer que também é o modesto mundo das crianças que já nasceram aptas ao universo tecnológico e convivem com o mundo fascinante da virtualidade. Praticamente as crianças desprezaram os brinquedos pelos jogos eletrônicos e virtualizados.
       Nesse contexto nasce um diploma legal, muito pouco conhecido, o Estatuto da Criança e Adolescente, trata-se da Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 dispondo sobre a proteção integral à criança e adolescente e mais recente a Lei nº 11.829/2008, altera o ECA-Estatuto da Criança e Adolescente- para aprimorar o combate à produção, venda e distribuição de pornografia infantil, bem como criminalizar a aquisição e a posse de tal material e outras condutas relacionadas à pedofilia na internet. Devido o não conhecimento circulam diversas opiniões distorcidas e revestidas de má-fé. Porém as pessoas de Bom senso são desfiadas a proclamar a divulgação dos direitos da criança e adolescente sem deixar ser iludido com as errôneas interpretações das forças opositoras, pois almejam até a criminalização como bandeira de luta (a denominada redução da maioridade penal) o recado de Jesus Cristo até hoje vigora: deixem vir a mim todas as criancinhas, porque delas é o Reino dos céus. Em outras palavras, não incrimine nem discrimine as crianças elas são incapacitadas da vontade de praticar o mau, pois tem sempre um incitante na consumada prática. O Estado deve proteger integralmente as crianças e adolescentes sem distinção social, política, status social ou racial.

A escola Aprígio Duarte e a Escola APAE de Juazeiro Bahia buscaram juntas tornar público a preocupação com a propagação dos direitos das crianças e adolescentes a luz do cântico, versos e canções. Demonstrando os resultados das atividades que vem sendo articulada durante os dias letivos. A iniciativa de interação ocorreu nesse dia 9 de outubro durante trocas de visitas entre as mencionadas escolas.


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