O tempo evoluiu em uma velocidade
irreparável abraçando as novas tecnologias que nem sempre é possível observar
com presteza o comportamento das crianças contemporâneas, pois não se fala mais
em sapecas, mas em elétricas, aceleradas. A informatização tomou conta dos
parâmetros da sociedade atual, essa é a era do conhecimento. Não cabe com tanta
propriedade nessa geração a figura do ingênuo,pois a acessibilidade é tão veloz
que as pessoas não conseguem dar uma notícia sem ao menos ouvir a incansável
expressão do já li,vi,assisti,comentei, curtir ou compartilhei. Justíssimo
dizer que também é o modesto mundo das crianças que já nasceram aptas ao
universo tecnológico e convivem com o mundo fascinante da virtualidade. Praticamente
as crianças desprezaram os brinquedos pelos jogos eletrônicos e virtualizados.
Nesse contexto nasce um diploma legal, muito
pouco conhecido, o Estatuto da Criança e Adolescente, trata-se da Lei nº 8.069,
de 13 de julho de 1990 dispondo sobre a proteção integral à criança e
adolescente e mais recente a Lei nº 11.829/2008, altera o ECA-Estatuto da
Criança e Adolescente- para aprimorar o combate à produção, venda e
distribuição de pornografia infantil, bem como criminalizar a aquisição e a
posse de tal material e outras condutas relacionadas à pedofilia na internet.
Devido o não conhecimento circulam diversas opiniões distorcidas e revestidas
de má-fé. Porém as pessoas de Bom senso são desfiadas a proclamar a divulgação
dos direitos da criança e adolescente sem deixar ser iludido com as errôneas
interpretações das forças opositoras, pois almejam até a criminalização como
bandeira de luta (a denominada redução da maioridade penal) o recado de Jesus
Cristo até hoje vigora: deixem vir a mim todas as criancinhas, porque delas é o
Reino dos céus. Em outras palavras, não incrimine nem discrimine as crianças
elas são incapacitadas da vontade de praticar o mau, pois tem sempre um
incitante na consumada prática. O Estado deve proteger integralmente as
crianças e adolescentes sem distinção social, política, status social ou
racial.
A
escola Aprígio Duarte e a Escola APAE de Juazeiro Bahia buscaram juntas tornar
público a preocupação com a propagação dos direitos das crianças e adolescentes
a luz do cântico, versos e canções. Demonstrando os resultados das atividades
que vem sendo articulada durante os dias letivos. A iniciativa de interação
ocorreu nesse dia 9 de outubro durante trocas de visitas entre as mencionadas
escolas.

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